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Alberto Cuddel

Alberto Cuddel pseudónimo de António Alberto Teixeira de Sousa nascido a 14 de Janeiro de 1973, no concelho de Baião, na margem norte do rio Douro, cedo rumou ao litoral no concelho de Vila do Conde, estudou até ao 12º Ano.
Residiu no concelho da Maia entre 1996 e 2008, e por questões profissionais rumou à área metropolitana de Lisboa, actualmente a residir no concelho de Vila Franca de Xira.
Trabalha na Empresa Infraestruturas de Portugal como Inspector de Circulação.
Escreveu o seu primeiro poema em 1991, e mais intensamente a partir de 1993.
Publicou o seu primeiro livro em 2016 “Entre Pontos e Vírgulas, Poesia!” fruto de concurso, numa das colectâneas onde participou “Retracto de Mim” realizado por Miká Penha.
O segundo livro saiu em Outubro de 2018 “O Silêncio que a Noite Traz” fruto do Primeiro prémio da antologia “Jardim de Palavras” da Orquídea Edições,
Em 20 Janeiro de 2019 lança o seu terceiro Livro “Como Fazer Amor” inserido na colecção Poiesis coordenada por João Dordio em parceria coma In-Finita.

Prefaciou as Obras:
Um Braçado de estrofes de Maria Lakasas
Palavras sem tempo de Lurdes Rebelo
Contos do Invisível de Áurea Justo
O Som do Silêncio de Alexandra Conduto
Poesia Colorida de Fortunata Fialho
Alma-me de Sónia Correia

Para além deste percurso escreve ainda com os pseudónimos de:

Sirio de Andrade e Pyxis de Andrade – flutuando entre a depressão, paixões arrebatadoras, sensualidade latente, mas sem nunca assumirem uma relação concreta. Sendo que a Pixis é a luz que inunda a escuridão do Sírio, impedindo o suicídio anunciado.

Tiago Paixão – o playboy da sensualidade com uma total confusão e indefinição de género, escrevendo no masculino e feminino, um erotismo sentimentalista, entre o desejo da carne e a entrega absoluta da alma num romantismo sexista do século XX.

Januário Maria – poeta inconformado, sempre critico, uma espécie de velho do restelo.

Joana Vala – Mulher na casa dos trinta anos, casada, insatisfeita com a sua vida amorosa pela falta de reciprocidade no sentir e no desejo da carne.

Poeticamortem – Violência domestica na óptica da vitima, a dificuldade do reconhecimento e libertação.