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Guilherme Angra

Nasci no ano de 1992 no frio da serra gaúcha; numa cidade chamada São Francisco de Paula. Não nasci com talento algum; não era virtuoso em nada. O que fazia melhor era usar minha criatividade ao meu favor; e, segundo minha mãe, ela podia me dar qualquer brinquedo, que eu, na minha mais lúdica consciência, achava algum jeito de me divertir. Na maior parte das vezes criava histórias na minha turbulenta cabeça, principalmente à noite, antes de dormir. Fantasiava utopias, desenhava heróis, e sonhava em um dia me tornar um ninja (é verdade).
Com meus 14 anos, comecei aprender violão, e garanto que foi a melhor coisa que já fiz na vida. Logo que aprendi os primeiros quatro acordes, compus minha primeira canção chamada "Me Apaixonei", e sim, era uma bosta. Mas com isso percebi algo que mudaria minha vida para sempre: a liberdade de criação. Não há maior sensação de liberdade do que quando terminamos de compor uma música, um conto, um poema ou um texto qualquer. Letras e palavras que saem da sua alma, da sua vida, do seu universo. Cada vez que isso acontece me sinto útil, sinto como se minha execrável existência tenha algum sentido. "Escrever para não enlouquecer." Eu faria tudo isto de graça, aliás, eu faço de graça, pois não há benefício maior que o apreço da própria consciência.